Vai chover, fazer calor ou frio no plantio de soja? Saiba as perspectivas para o ciclo 26/27

Por: Rogério Cabral

Entre os dias 18 e 22 de julho, a previsão é de volumes elevados de chuva no Sul do país. Os acumulados podem chegar de 250 a 300 mm no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Centro-Sul do Paraná.

Enquanto isso, até o fim do inverno, o Brasil Central deve seguir com predomínio de tempo seco, padrão esperado para o período do vazio sanitário.

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Setembro de 2026

Já em setembro, quando começa o plantio da soja em diversas regiões, a chuva deve favorecer o início da semeadura em São Paulo e Mato Grosso do Sul, permitindo que os produtores realizem os trabalhos dentro da janela considerada ideal.

Por outro lado, a situação tende a ser menos favorável em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e na região do Matopiba. Nessas áreas, a previsão é de chuvas irregulares e pouco volumosas, além da atuação de ondas de calor, o que pode provocar atraso no plantio.

O cenário também preocupa para outubro. A expectativa é de que as chuvas continuem concentradas no estado de São Paulo e no Sul, com destaque para Paraná e Santa Catarina. Em contrapartida, os volumes devem permanecer abaixo da média em Mato Grosso e em grande parte do Matopiba.

Além da falta de chuva, o calor deve chamar atenção no Brasil Central. A previsão indica que setembro e o início de outubro terão temperaturas muito elevadas, com máximas que podem superar 40°C, aumentando a preocupação com o ritmo do plantio e o estabelecimento inicial das lavouras de soja.