As temperaturas devem permanecer baixas e com pouca oscilação em todo o Rio Grande do Sul na próxima semana, segundo o Boletim Integrado Agrometeorológico 22/2026. O documento foi divulgado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). A previsão também aponta chuva pontual entre esta sexta-feira (29) e domingo (31), principalmente na metade norte do estado.
De acordo com o boletim, o deslocamento de um novo sistema de baixa pressão deve provocar instabilidade em áreas localizadas do território gaúcho no fim de semana. A tendência é de ocorrência de chuva principalmente na metade norte do estado. Já na metade sul, a previsão é de aumento gradual da nebulosidade, com precipitações fracas e isoladas.
Os acumulados previstos para a semana variam entre 0 milímetro e 20 milímetros. Na metade sul, o boletim não indica volumes significativos de chuva. A distribuição irregular da precipitação sugere que o avanço da umidade deve ocorrer de forma mais restrita, sem configuração de evento amplo sobre todo o estado.
Entre segunda-feira (1º), terça-feira (2) e quarta-feira (3), a atuação de uma massa de ar frio e seco deve voltar a estabilizar o tempo em praticamente todo o Rio Grande do Sul. Nesse intervalo, a previsão é de leve queda nas temperaturas e ausência de chuva significativa.
Para o setor agropecuário, o cenário é relevante porque a combinação de frio persistente, tempo mais seco no início da semana e chuva limitada em parte do estado influencia o planejamento de manejo no campo. No entanto, o resumo divulgado não detalha efeitos específicos sobre culturas, pastagens ou criações em cada região.
A orientação técnica, diante da previsão de frio contínuo e precipitação baixa a moderada, é acompanhar as próximas atualizações do boletim agrometeorológico da Seapi, que monitora semanalmente a situação de lavouras e sistemas de produção animal no estado. Sem novos dados regionais, não há base para estimar impactos produtivos mais específicos.
Fonte: agricultura.rs.gov.br