Superintendente do Ministério da Agricultura visita unidade regional de Marília e recebe demandas da equipe

Por: Rogério Cabral

Visita à UTRA incluiu avaliação da estrutura local e levantamento de necessidades para encaminhamento ao governo federal

O superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Estado de São Paulo, Estanislau Steck, visitou ontem a Unidade Técnica Regional de Agricultura (UTRA) de Marília. Segundo ele, a agenda faz parte de uma série de visitas às unidades vinculadas à superintendência no interior paulista. “Assumi a superintendência em março do ano passado e ainda não havia tido a oportunidade de visitar algumas unidades regionais. Considero importante conhecer a estrutura, acompanhar como o trabalho está sendo realizado e verificar as demandas existentes para encaminhá-las a Brasília”, afirmou.

Durante a visita, Steck informou que mantém reuniões com representantes do governo federal para tratar de demandas relacionadas ao funcionamento da pasta. De acordo com ele, os pedidos envolvem melhorias nos serviços prestados a produtores rurais e empresas atendidas pelo ministério.

“Nesta semana terei reunião com o subsecretário responsável pelo atendimento às superintendências. Também já estive com o ministro atual Ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, André de Paula em outras ocasiões para apresentar necessidades relacionadas à ampliação e à melhoria dos atendimentos”, declarou.

O chefe da UTRA de Marília, Eduardo Mendes Gusmão, disse que a visita permitiu apresentar ao superintendente as condições de funcionamento da unidade. Segundo ele, desde a inauguração das instalações, em 2002, não havia registro da visita de um superintendente estadual ao local. “Essa visita é importante para que ele conheça de perto os problemas e as deficiências da unidade”, relatou.

Entre as demandas apresentadas pela equipe estão a renovação da frota de veículos, melhorias na identificação visual da unidade e ampliação do quadro de servidores. Gusmão afirmou que a área vegetal conta atualmente com apenas um engenheiro agrônomo para atender as atividades do setor. “A expectativa é que essas necessidades sejam consideradas para melhorar as condições de atendimento aos usuários e ao setor agropecuário da região”, concluiu.