Embrapa destaca avanços e desafios da inteligência artificial na agricultura tropical

Por: Rogério Cabral

A inteligência artificial vem ampliando espaço no agronegócio brasileiro, com uso em atividades como detecção precoce de doenças em folhas e monitoramento de rebanhos por drones. O tema foi discutido durante painel promovido na Reunião de Pesquisa de Soja, em Londrina (PR), nos dias 10 e 11 de junho. No evento, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou aplicações atuais da ferramenta e uma visão sobre o desenvolvimento voltado à agricultura tropical.

Segundo o material divulgado, o panorama foi apresentado por Stanley Oliveira, chefe-geral da Embrapa Agricultura Digital. A exposição reuniu exemplos de uso da inteligência artificial já associados ao agronegócio, com foco em automação e agricultura de precisão.

Entre as aplicações citadas estão a identificação antecipada de doenças nas folhas e o acompanhamento de rebanhos com apoio de drones. O conteúdo fornecido não detalha quais culturas, sistemas produtivos ou regiões já utilizam essas soluções, nem informa escala de adoção, custos ou ganhos operacionais.

No cenário internacional, Oliveira afirmou que a China lidera a robótica agropecuária e o uso massivo de constelações de satélites para mapeamento terrestre. Já os Estados Unidos concentram quase 40% das AgTechs do mundo, de acordo com a apresentação mencionada no evento.

No caso brasileiro, o destaque foi para o desenvolvimento de soluções voltadas à agricultura tropical. Esse recorte indica uma linha de adaptação tecnológica às condições de produção do país, embora o material não informe exemplos específicos de ferramentas, estágio de implementação ou prazos para expansão.

A discussão ocorreu em um encontro técnico ligado à pesquisa em soja, o que reforça a relação do tema com sistemas produtivos que dependem de monitoramento, coleta de dados e apoio à tomada de decisão no campo.

O painel apresentou a inteligência artificial como uma frente em evolução dentro do agronegócio, com aplicações já identificadas em lavouras e na pecuária. O material fornecido, porém, não traz números sobre adoção no Brasil nem detalha impactos econômicos diretos para produtores.

Fonte: embrapa.br