‘Venezuela teve que ‘brincar um pouco’ para ver o que somos capazes’, diz secretário de defesa dos EUA

Por: Rogério Cabral

Segundo Hegseth, a ação foi um ataque conjunto executado por tropas de elite, com alto nível de coordenação, precisão e letalidade. “Foi uma força feita com precisão e com a glória dos americanos. Nossos guerreiros são a elite da América e não se comparam a ninguém”, declarou.

O secretário ressaltou que nenhum outro país ou presidente havia demonstrado um poder semelhante, destacando o apoio do presidente Donald Trump às forças armadas. “Mais uma vez, Trump mostrou que apoia os guerreiros da América. Os Estados Unidos podem projetar seu poder em qualquer lugar, a qualquer hora”, afirmou.

Hegseth disse ainda que Maduro “teve sua chance”, fazendo uma comparação com o Irã. “Eles tiveram que brincar um pouco para ver quem somos e o que somos capazes de fazer. É uma questão de força”, declarou.

De acordo com o secretário, a operação evidenciou “a combinação de poder mais forte que o mundo já viu”, com uma atuação marcada por coordenação, precisão, letalidade e alcance de longo prazo. Ele afirmou que a chamada “justiça americana” foi exibida em uma ação realizada durante a madrugada.

Ao encerrar a coletiva, Hegseth afirmou que o governo Trump está determinado a combater gangues de drogas acusadas de roubar petróleo e tentar dominar regiões estratégicas. “É uma questão de prosperidade para o povo americano. Isso é paz por meio da força. Bem-vindo a 2026. A América está de volta”, concluiu.